sábado, 6 de Fevereiro de 2010

A solidão da morte

"Morremos sós. Embora a vida, já no seio materno, seja sempre comunhão, embora um eu humano isolado não possa nem nascer nem subsistir, nem sequer ser imaginado, a morte suspende por um momento (intemporal) justamente esta lei da comunidade. Os homens podem acompanhar até ao limiar extremo o moribundo, e este pode até sentir-se acompanhado por eles, sobretudo se for a comunidade dos santos a assisti-lo na fé em Cristo; no entanto, atravessará, sozinho e isolado, a porta estreita. Esta solidão faz da morte aquilo que ela agora é: consequência do pecado (Rm 5,12); especular sobre aquilo que ela poderia ser de outro modo é ocioso".- Hans Urs von Balthasar, Córdula ou o momento decisivo, Assírio e Alvim, 2009.

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Conjuntos que outrora fizeram as delícias da juventude (XV) - cabeças de gado

Cabeças de Gado. Eram do Porto, eram rockabillies, eram muito bons ao vivo. Gravaram umas maquetas e depois já não sei se acabarm se gravaram umas coisas lá por fora. mas penso que quem gravou por uma editora belga foram os Tennessee Boys. Foi nos inícios de noventa, altura em que o movimento billie estava pujante, em especial pelo Porto e Coimbra. Tennessee Boys, Cabeças de Gado, Capitão Fantasma, Rei Lobo e os Lendários Zombies, Tequilla Mal, Cosmic City Blues (estes eram mais roque e role), Tédio Boys e muitos outros animavam o cenário.

1002 demónios, monstros e mitos para conhecer antes do fim do mundo (XLIII)

Eddie Cochran (1938-1960). Ele é o rockabilly.

MMP/NMP

Música Moderna Portuguesa. Isso foi no final da década de setenta e princípio de oitenta. Com uma segunda grande vaga em finais de oitenta e princípio de noventa. Que não se repetiu. Agora aparecem aí uns gajos a cantar que que nunca foram do prog rock e nós ficamos contentes. É bom que Samuel Úria e outros que tais nunca tenham sido do prog rock ou seja lá do que for. Eu, pessoalmente, não sei do que é que eles são, mas para mim não valem a ponta de um corno. Mas isso sou eu, que ainda vi os M'as Foi-se, os Tédio Boys, os Cães Vadios e conheci Nihil Aut Mors e tal. Foi quando havia uma verdadeira cena alternativa na Guarda, Castelo Branco, Viseu, Coimbra, Beja, uma rede de programas de rádio locais que cooperavam, trocavam maquetas e era divertido, despretensioso e, ao mesmo tempo, viam-se coisas com muito valor, infelizmente desaparecidas. Agora, virem-me falar em Úria, Corações, Fachadas e o catano, cantam bem mas não me alegram. Ou, como diria um amigo meu, na peida. Prefiro ouvir o Canário, o Marco Paulo ou o Quim Barreiros. Mas isso sou eu, que sou um bocado labrego e, às vezes, brejeiro, e não tenho paciência para cantautores, a não ser que tenham mais de setenta anos. MMP, 3ªvaga? Para mim é mais NMP ou coisa assim, Nova M**** Portuguesa. Acho que vou ouvir um bocado de Boney M para restabelecer o meu equilíbrio mental.

Nacionalismo e justiça social

"Contrariamente ao comunismo, o nacionalismo não inveja nem impugna a riqueza, nem postula a sua expropriação, nem pretende, por simples e estúpida vingança, afocinhar por sua vez os ricos na pocilga da extrema penúria. Olha, sim, com fraterna piedade para a multidão enorme dos que estão ou supõem estar abaixo da mediania. No entanto, se para erguer os seus irmãos até à craveira da dignidade e da decência for necessário cercear radicalmente os proventos ou os lucros exagerados, e condicionar mesmo os gastos sumptuários, e até contender com o direito contestável do uso e abuso da propriedade e dos seus frutos, o nacionalismo não hesitará. Tem autoridade bastante para cortar a direito por onde e até onde for preciso. E não apenas porque já é tempo de que os ricos sejam menos ricos. O que importa, acima de tudo, é a Justiça Social. E esta, nas nossas actuais condições e possibilidades económicas, exige que os pobres sejam menos pobres".- César Augusto de Oliveira, cit. in Folhas Ultras.

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

E o novo Fórum Nacional


A Turquia é europeia?

É. Completamente. Ainda hoje o Hurriyet noticia que numa localidade da Anatólia uma rapariga de 16 anos foi queimada viva por familiares. Porquê? Por andar a namoriscar com rapazes lá do sítio. Honra lavada, portanto. Comportamentos perfeitamente ajustáveis à Europa? Sim, se pensarmos nela daqui a trinta anos, dominada por muçulmanos. Nessa altura, estes tais comportamentos, hoje (ainda) condenados, talvez sejam correntes pelo continente.

Mandem para lá o Michel!

Ontem falei aqui do Michel, esse imbecilóide francês, bispo por acaso e defensor do "diálogo". Hoje leio no Asia News que no Turquemenistão os imãs locais, com a ajuda da polícia, invadem reuniões de culto cristão e persuadem os crentes a converterem-se ao islão.
Ao mesmo tempo, os coptas (que se encontravam no Egipto antes da chegada dos muçulmanos) pedem que lhes seja concedida autorização para construir igrejas e que parem as perseguições. E, na europeia(?) Irlanda, o sistema financeiro já concebeu ajustamentos que se adequem aos princípios islâmicos. Mas o Michel há-de resolver isso tudo.

Poder e obediência

"Deve-se obediência à Autoridade ou ao Poder - mas à Autoridade legítima ou ao Poder legítimo.
Todo o Poder vem de Deus - mas subentenda-se o Poder legítimo, o que é verdadeiramente theoû diákronós.
Os homens inventaram um princípio oposto a este - e segundo o qual todo o Poder reside na multidão nacional.
Estes dois princípios antagónicos deram duas formas de governo antagónicas: respectivamente, a Monarquia e a República: a Monarquia é-o pela graça de Deus; a República, pela vontade soberana do Povo (...).
Porque parte de um princípio que exclui a origem divina do Poder, e porque tem como base essencial e seu animador integral o Sufrágio universal (...) não é possível encontrar-se ou defender-se a compatibilidade da Igreja com a República".- Alfredo Pimenta, cit. in Riccardo Marchi, Folhas Ultras, ICS, 2009.

A árvore da vida

É o mais recente filme de Terrence Malick e estreia este ano. Recorde-se que Malick é conhecido pela sua lentidão, perfeccionismo, densidade. Realizou quatro filmes em quase quarenta anos de carreira. Um, Badlands, é qualquer coisa de insuperável. A Barreira Invisível é o melhor filme de guerra desde Apocalipse Agora. Depois, O Novo Mundo é igualmente notável, apesar de repetir algumas das ideias do nosso homem, colocando certas questões de forma algo simplista.
De qualquer modo, é uma carreira imaculada. Esperemos que continue assim, mas vai preciso um milagre. É que este novo filme conta com Brad Pitt e Sean Penn no elenco, o que não augura nada de bom. Pior ainda: não está estreada a Árvore e já há elenco para o próximo filme. Inclui Javier Barden, que nunca fez nada de jeito na vida (o Chigurh do filme fica a milhas do que surge no livro) e Christian Bale. Das duas uma: ou o homem é mesmo bom e vai conseguir fazer destes inúteis actores a sério ou temos uma carreira desgraçada e a possibilidade de voltar a dar aulas de filosofia. Haja saúde!

quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Respeito

Michel Santier é bispo. Este basbaque está ligado ao diálogo inter-religioso em França (seja lá isso o que for) e veio agora dizer que a igreja está contra a proibição do véu islâmico. Porquê? Porque, segundo o bandalho, se os cristãos querem ser respeitados nos países muçulmanos há que respeitar os muçulmanos nos países cristãos. Há aqui duas falhas de informação graves, para quem é bispo: primeiro, a França deixou de ser um país cristão há muito. Quem manda é o islão. Segundo, não há um único país islâmico que respeite os cristãos. Por isso, este palerma progressista faria melhor em estar calado. Pelo menos. Tal como a igreja de cobardes em que se transformou que dá a si própria o nome de católica, mas não passa de uma vergonha ao olhos dos verdadeiros crentes e de Cristo, que não fundou certamente uma instituição de canalhas. A Igreja de Cristo é aquela de que falava Drieu la Rochelle, a do Cristo branco, combatente, viril. Não a de um bando de timoratos que preza uma coisa chamada "diálogo" acima de tudo, mesmo que isso implique vender a alma e seja mais o que for.

Falácias pseudo-monárquicas

Ontem, já não sei a que propósito, liguei a televisão e lá estava a dar um daqueles programas de antena aberta no qual os populares exprimem o que lhes vai na alma. A discussão do dia era a propósito da dicotomia República/Monarquia. Ouvi durante alguns momentos um popular que apresentou os argumentos clássicos dos monárquicos (vamos chamar-lhes assim) em prol da sua causa. Dizia ele que os países mais desenvolvidos da Europa são monarquias. Este estafado argumento é facilmente desmontável. Primeiro, porque também existem repúblicas entre o grupo da frente a nível europeu. Segundo, porque em nenhuma dessas pseudo-monarquias o monarca conta. Não passa de uma figura protocolar, um bonequinho de enfeite. Quem decide é o poder executivo que está fora das suas mãos.
Outra objecção a este argumento passa também por dizermos que alguns dos países mais pobres do mundo são monarquias: a Suazilândia, o Butão, até há pouco o Nepal e mesmo Marrocos e a Jordânia que, não sendo dos mais pobres, não são propriamente modelos de desenvolvimento. Se os defensores da monarquia argumentam com os exemplos dos mais ricos têm de aceitar que lhes sejam apresentados os mais pobres, a não ser que considerem que aqueles países não contam, mas isso é desprezar asiáticos, árabes e pretos, uma discriminação inaceitável.
Apresentava o popular outro argumento, o de que os monarcas podem servir como mediadores, figuras de união, de identidade. Não se percebe como. Não mandam nada e, em termos de identidade, são dos primeiros a pactuar com a iminvasão da Europa.
Em terceiro, vem a conversa dos laços. Diferentes monarquias unidas por laços familiares podem ser um bom contributo para a resolução de problemas, para desbloquear conflitos. Nesse caso, se a coisa funciona em termos de rede, qual a diferença entre dois reis que são primos ou dois presidentes que são maçons? Nenhuma.
Estes são, de um modo geral, os argumentos sustentados por quem defende a monarquia. São argumentos fracos, até porque que a defende não defende nada. Pensa em termos de monarquia constitucional. Ora, a monarquia ou é absoluta ou não é. Nada daquilo a que se dá hoje o nome de monarquia o é, de facto. São sistemas demo-liberais nos quais há uma família que aparece nas revistas. Monarquia, só a do Antigo Regime. Onde o Monarca o é, de facto, onde o poder lhe vem de Deus. O resto é circo que serve apenas para alimentar imprensa cor de rosa e de outras cores.

Democracia e comunismo

"A Democracia é o Comunismo em potência; o Comunismo é a Democracia em acto. A Democracia, vivendo, desenvolvendo-se, realizando-se, resolve-se em Comunismo. Este não é a sua negação; é o seu aboutissement, como dizem os franceses, a sua Reifen, como dizem os alemães".- Alfredo Pimenta

1002 álbuns para ouvir antes do fim do mundo (CXXIV/CXXV)

Apareceu em 1990. Gravou o primeiro álbum em 1998 pela norueguesa Nocturnal Arts, à altura uma das grandes editoras subterrâneas. A coisa chama-se Choronzon. O trabalho, Magog Agog. Black metal com retoques industriais vindos dos EUA. Apesar de vários lançamentos posteriores, não há amor como o primeiro.
Formados em 1984, os Mefisto gravaram duas demos (Megalomania/The Puzzle) nos anos oitenta. Depois acabaram. Em 1999 a Regain Records juntou as demos no álbum The Truth. E o que aqui temos é uma pérola do speed/black metal.

O que é o rating?

Numa altura em que tanto se tem falado de agências de rating, na sequência da crise financeira, do défice e isso, convém explicar claramente do que falamos. O rating é, no fundo, uma avaliação de risco. Ou seja, quanto mais velha a pêga (ou puta - eu prefiro o termo anterior na medida em que é mais tradicional) maior é o rating, porque o risco de incumprimento sobe. A clientela escasseia, as garantias de um rendimento substancial são menores e tudo isso agrava o risco. Se a pêga for nova e estiver no pico da forma o rating é, naturalmente, menor. Há toda a vantagem da parte do usurário em avaliar por baixo o risco, na medida em que o cumprimento do empréstimo é praticamente garantido, o que levará a juros inquestionavelmente mais baixos. Muito discutida pelos peritos na matéria tem sido a questão de saber quando é que a pêga se encontra no auge. Por exemplo, se for nova e inexperiente, o risco é ainda muito elevado - talvez não tanto como nas velhas, mas mesmo assim suficientemente grande para afastar o investidor. Adam Smith, hoje ultrapassado em tantas coisas, dizia que " a pêga é boa quando estiver na meia-lua", algo que nunca foi completamente decifrado e que ainda hoje provoca controvérsias quanto ao real significado da expressão. Já David Ricardo terá defendido que "o investimento na mulher de má vida nunca se deve fazer antes dos vinte anos e nunca depois dos vinte e cinco, na melhor das hipóteses, e isto se a sífilis não a tiver já corroído".
Já neste século Keynes terá confessado que "nunca paguei para ter sexo, mas se o visse como um investimento não saberia como fazê-lo". Deste modo, o grande problema do rating, e que afecta sobremaneira os mercados, é a questão de saber qual a melhor altura para investir na pêga. Um tema que vem dos primórdios da economia e dará ainda pano para mangas.

terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

Trabalhar a pão e água

Olivier Blanchard, economista-chefe do FMI acha que os problemas de Portugal são anteriores á actual crise. vai daí, sua excelência acha inevitável uma baixa de salários. Aqui, em Espanha e na Grécia. Ora, o problema é onde cortar. Nos salários de 450 euros? Nos de 1000? Nos de 5000? Nas merecidas reformas de quem ainda está no activo e as conseguiu ao fim de poucos anos de dedicação à causa pública ou privada? Aceitam-se sugestões. Até porque podemos todos ir trabalhar em troca de um pão e um bocado de margarina, a bem das finanças nacionais. Sejamos patriotas, reduzamos o défice para zero já este ano! Podemos consegui-lo. Basta seguir o exemplo de Ceausescu na Roménia, durante os anos oitenta. Foram de fome absoluta, mas pagou a dívida externa do país e o FMI aplaudiu este comunista amigo.

Isso não se faz!!!

Os tarefeiros têm andado exultantes. Hoje, então, não podiam de contentes. O Sporting de Braga viu-se privado do Vandinho por três meses e do Mossoró por três jogos. Curiosamente, o castigo saiu depois do Braga defrontar o Sporting e Mossoró voltará aos relvados a tempo de jogar contra o Porto.
Entretanto, no reino do Dragão tudo parecia ir de mal a pior. Depois da demissão de Fernando Gomes e da contratação-que-não-chegou-a-ser de Kléber, os tarefeiros anunciavam uma suposta sessão de pugilato entre Bruno Alves e Tomás Costa, o que terá levado a que o primeiro não tivesse sido convocado para o jogo de hoje. Pelo meio, o sempre prestável Correio da Manhã noticiava o julgamento de irregularidades na distribuição dos lucros da sad portista e inventava um suposto caso entre Pinto da Costa e uma fulana brasileira. Tudo parecia correr bem. Para mais, Hulk continua suspenso ad aeternum, Rodriguez e Meireles lesionado. Oportunidade suprema de ver o Porto ser afastado da taça.
Infelizmente, para eles, os tarefeiros e adeptos da "verdade e justiça" desportivas ainda não perceberam que é nestes momentos que o FCPorto mostra aquilo que é, mostra a vontade, a força, a união que caracteriza aquele grupo. Em alturas de dificuldades, reais ou imaginárias, o grupo transfigura-se. Tem sido assim desde há muito e continuará a ser. E é pena que tal não sirva de exemplo para os demais portugueses. Porque devia ser. Mas não. Num país povoado de infelizes, em que não se reconhece mérito a quem o tem, haverá sempre quem diga que o primeiro golo do Porto nasce de uma falta qualquer, o segundo da incompetência do guarda-redes do Sporting, o terceiro da direcção do vento, o quarto de um movimento imperceptível do poste, o quinto de uma distracção do árbitro. Não se ganha por mérito, mas por demérito do outro. Tal como não se enriquece a trabalhar, mas "porque se rouba". Num país de tristes, é realmente verdade que "quem espera por sapatos de defunto morre descalço". Pena é que esses que não se importam de andar de chanatas façam tudo para impedir os outros de comprar sapatos.

Lancaster, cidade cristâ?

De acordo com o mayor da cidade, sim. Tê-lo-à dito em frente a uma audiência que o escutava. Mas o CAIR, o Conselho Americano Para as Relações Islâmicas, achou mal e quer que o mayor se desculpe. Se o mayor tivesse dito que Lancaster era uma cidade não cristã ou multiconfessional ou multicultural, ninguém se sentiria ofendido. Assim, o CAIR sente-se mal. Até porque, como sabemos, a história dos EUA fez-se graças aos muçulmanos, não aos cristãos.

Espírito zen

"Tudo o que é de todo exprimível é-o claramente, e acerca do que não podemos falar devemos manter-nos em silêncio". - Ludovico Wittgenstein

segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Alguém viu na televisão?

Sábado, dois civis foram assassinados na Tailândia, na região do sul. Ontem, um casal e o filho de seis anos foram assassinados na Tailândia, na região do sul. Por quem? Por terroristas muçulmanos. Alguém viu na televisão? Nos jornais? Não? Ah, pois. Fosse um casal e uma criança de seis anos mortos em Gaza por israelitas e não faltaria a indignação. Ou no Afeganistão, pela NATO. Ou em outro lugar qualquer por americanos, ingleses, israelitas, portugueses, espanhóis, franceses, ocidentais, portanto. Mas não. Foi "só" um casal e o filho de seis anos assassinados na Tailândia (é lá tão longe...) por adeptos da "religião da paz". A televisão não tem tempo para esses "feitos diversos". Até porque há o Haiti, que é mais espectacular em termos noticiosos.

Casamentos por encomenda

Na outrora etnicamente homogénea Irlanda faz-se agora sentir também o flagelo do multiculturalismo. Desta vez temos os casamentos arranjados. De acordo com investigações policiais, quase 400 paquistaneses entraram na Irlanda graças a casamentos de conveniência, sobretudo com cidadãs da UE (traidoras raciais, portanto), em particular bálticas. Também indianos e nigerianos recorreram ao mesmo expediente para se fixarem na Ilha Esmeralda que vai progressivamente mudando de cor. O desenvolvimento da notícia pode ser encontrado em www.timesonline.co.uk para se ver ao pormenor a miséria em que a Europa se torna a cada dia que passa.

Pela família


1002 demónios, monstros e mitos para conhecer antes do fim do mundo (XLII)

Hoje só podia ser ele. Francisco Franco (1892-1975). Ditador sanguinário para uns, salvador para outros. É como o Estaline e o Lenine e o Mao e tal. Também há quem goste deles. Mas isso pode dizer-se sem mal, enquanto os louvores a Franco são próprios de bandalhos (segundo os democratas e os antifascistas, sempre sábios).

Infelizmente, há muitos esquecidos

"Não se esqueçam de que os inimigos de Espanha e da Civilização Cristã estão alerta".- Franco.

1002 livros para ler antes do fim do mundo (XCIX)

Franco, de Michael Streeter. Edição de 2010 da Texto Editora. Pequena biografia do generalíssimo. O autor não consegue esconder algum desconforto que lhe oferece a figura do líder espanhol. Apesar de tudo, é relativamente honesta quando comparada a certas obras que por aí circulam sobre Franco e a Guerra Civil de Espanha e não passam de lixo comunista ou anti-franquista (antifássista, portanto). Neste caso, até vale a pena a leitura da obra, sobretudo para quem quer uma visão rápida da vida e percurso de Franco e da Espanha, sem grandes pretensões eruditas e, ainda por cima, com bonitas fotografias. Justifica-se.

domingo, 31 de Janeiro de 2010

E em Portugal?

Começaram hoje as comemorações do centenário da república. Da revolução que abriu caminho a dezasseis anos de anarquia e desordem e esbulho do erário público. Cem anos depois, mesmo em ano de crise, o dinheiro não falta para comemorar a data. Os outros que poupem.

É isto que governa a Europa




Boa gente. Secretários de Estado do governo britânico que participam em conferências com muçulmanos que defendem a morte de soldados britânicos no Iraque e no Afeganistão, que apoiam o Hamas, o Hezbollah e outros grupos terroristas. É gente desta que permite a entrada na Europa daqueles que a querem aniquilar e, entretanto, vivem à custa dela. Piores que os que chegam com o objectivo de conquista: os que pactuam com eles.

E querem metê-los na Europa?

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (valha ele o que valha) apontou a Turquia como a campeã das violações dos direitos humanos, logo seguida, a larga distância, da Rússia. A notícia é veiculada pelo diário turco Hurriyet e mostra, mais uma vez, que talvez haja incompatibilidade entre os costumes da Turquia e demais Europa. Mas talvez a acentuada imigração islâmica esteja também a ser autorizada para aproximar os hábitos de todos os que habitam o continente.

Dia da Memória

Leio que o parlamento votou aprovou a instauração de um dia da memória dedicado ao holocausto do povo judaico. É justo, atendendo a todos os sofrimentos passados pelo povo escolhido, desde a Antiguidade até ao Terceiro Reich e ainda hoje, por esse mundo fora. Mas, não querendo branquear os crimes de que foram vítimas os judeus, talvez fosse de valor instaurar-se também um dia da memória em nome dos milhares de portugueses assassinados em Angola, em 1961; dos arménios, assassinados pelos turcos em 1915; dos dois milhões de europeus, escravizados entre os séculos XV e XVIII no Mediterrâneo pelos piratas muçulmanos; dos civis alemães assassinados durante a segunda guerra mundial e já depois do seu final; dos "colaboracionistas" franceses, assassinados aos milhares depois da libertação; dos milhares de japoneses assassinados pelas bombas atómicas norte-americanas; dos milhões de chineses, assassinados pelos japoneses no seu expansionismo durante os anos trinta; dos europeus e europeias, assassinados e violados diariamente por alienígenas, estranhos ao continente. E, obviamente, dos milhões assassinados pelo comunismo ateu nas suas mais variadas e demenciais formas. haverá dias que cheguem se quisermos respeitar a equidade e o valor da pessoa humana?

Conjuntos que outrora fizeram as delícias da juventude (XIV)- Vai Tu e os Amigos do Além

Banda albicastrense já do século XXI. Nascida das cinzas dos Crime Loucura (falarei deles amanhã), por sua vez descendentes em linha directa dos Insónia. Volto a dizer: Insónia marcou uma época no rock albicastrense (juntamente com os Desordeiros, que na altura praticavam do melhor hardcore nacional) e tudo o que veio depois, dentro do género, não lhe chegou aos calcanhares, apesar da boa vontade. Não falo aqui de Izumi ou Killing Spree, que eram outra onda, mas de projectos mais aproximados. Nesse concreto, Vai Tu e os Amigos do Além nunca se destacaram. Porque nunca levaram a coisa a sério. É o problema de muitos, saber que o entretenimento pode ser uma coisa muito séria e não serve apenas como pretexto para beber umas cervejas e tocar umas coisas com mais ou menos nexo. Mas houve pior em Castelo Branco. Houve e há. Muito pior. Aliás, neste momento não há uma banda decente na cidade, se descontarmos os Dead Meat e, mesmo esses, precisam também de um desconto porque sempre foram uns desleixados que nunca aproveitaram o potencial que tinham e ainda têm - mas logo falarei deles.

Esqueci-me deste


O CXXIII. In Deum Maledicus. EP com três temas lançado em 1994 pela Cysboileed Records. Foi o único trabalho destes italianos que terminaram actividades pouco depois. Uma curiosidade com um certo valor, não só pelo ambiente obscuro que envolve a coisa, mas também porque a Itália não é assim tão fértil em metal negro. São mais para o power, como sabemos.

1002 álbuns para ouvir antes do fim do mundo (CXX/CXXI/CXXII/CXXIII)

Apareceram em 1992 com o nome de Mock. Depois passaram a Kampfar. Em 1995 lançaram este Vinterlandet. Trata-se de um pequeno EP saído pela Hammerheart. Viril, pujante e agressivo q.b. Era o metal misantropo na Noruega em grande, fingindo tentar mudar um mundo demasiado pequeno. Talvez o tivessem conseguido se houvesse mais cabeça e menos droga, mas isso levar-nos-ia a discutir a própria essência do black metal.
Velvet Darkness They Fear. Theatre of Tragedy. Massacre Records, 1996. Lançado três anos após a aparecimento da banda norueguesa é, quanto a mim, o melhor trabalho deles e um dos melhores, senão o melhor do gothic metal. Talvez por ter sido dos primeiros a ouvir, pela genuinidade, seja lá pelo que for. Apesar de bons trabalhos posteriores, este é e sempre será um dos marcos fundamentais deste sub-género do metal.

Elegy, o álbum de 1996 dos Amorphis. Lançamento da Relapse, inspirado na tradição finlandesa e elaborado quando estes rapazes ainda faziam música e não usavam rastas. Depois disto, só Tuonela. O resto não interessa a ninguém.


1002 demónios, monstros e mitos para conhecer antes do fim do mundo (XLI)

G.K.Chesterton (1874-1936). Evidentemente, hoje só podia ser ele.

1002 livros para ler antes do fim do mundo (XCVIII)

S. Tomás de Aquino, de G.K. Chesterton. Edição de 2009 da Civilização (que aqui, tal como noutras ocasiões, faz inteiramente jus ao nome). Obra notável, escrita com aquela simplicidade característica de Chesterton. Felizmente, a sua obra tem vindo a ser redescoberta em Portugal. Não há muito que dizer sobre a excelência desta obra, da qual se retiraram os três textos anteriores deste blogo. Destaque ainda para a qualidade da tradução e das notas, ao cuidado de Nuno Manuel Castello-Branco Bastos.

São Tomás e a usura

"Ele previu desde o início o perigo dessa confiança tão-só no comércio e no mercado, que ia começando por volta do seu tempo e que veio a culminar no colapso comercial universal do nosso tempo.. E nem se limitou a asseverar que a Usura não é natural, embora ao dizê-lo mais não fizesse do que seguir Aristóteles e um óbvio senso comum - e isso nunca foi contrariado por ninguém até aos tempos dos comerciantes, que nos levaram para o colapso. O mundo moderno começou com Bentham a escrever a Defesa da Usura e acabou, cem anos mais tarde, com as vulgares opiniões de jornal a acharem, mesmo estas, que a Finança não tinha defesa possível. Mas São Tomás foi ainda mais fundo do que isso. Ele chegou mesmo a mencionar a verdade, ignorada durante a longa idolatria do comércio, de que as coisas que um homem produz só para vender serão provavelmente de pior qualidade do que as que ele produz para consumir. Por certo, iremos dar-nos conta da nossa dificuldade com os refinados matizes do latim, assim que deparemos com essa afirmação segundo a qual há sempre uma certa inhonestas a rodear o comércio. Deve notar-se que inhonestas não significa exactamente desonestidade. Significa aproximadamente 'algo de indigno' ou, talvez mais perto ainda, algo de não muito elegante'. E tinha razão, porquanto o comércio significa realmente no seu sentido moderno, vender alguma coisa por um pouco mais do que ela vale, e nem economistas do século XIX o teriam negado. Tão-só teriam dito que São Tomás não era prático. E isto parecia assisado enquanto essa maneira de ver foi conduzindo a uma prosperidade prática. As coisas mudaram um pouco de figura, agora que ela conduziu à bancarrota universal".- G.K. Chesterton

Lutero, um homem muito doente

"Tinha um horror e uma repulsa muito particulares pelos grandes filósofos gregos e pela escolástica que fora fundada sobre essas filosofias. Vinha com uma teoria que era a destruição de todas as teorias; na verdade, ela tinha a sua própria teologia e ela era, em si mesma, a morte da teologia. O homem não podia dizer nada a Deus, nada de Deus, nada sobre Deus, excepto um grito quase inarticulado por misericórdia e pelo auxílio sobrenatural de Cristo, num mundo onde todas as coisas naturais eram inúteis. A razão era inútil. A vontade era inútil. O homem, por si, não se podia mover nem sequer um milímetro, tal qual uma pedra. O homem não podia confiar no que lhe ia na cabeça, tal qual um nabo. Nada mais havia na terra ou no céu a não ser o nome de Cristo elevado nessa imprecação solitária, medonha como o grito de uma besta ferida".- G.K. Chesterton

São Tomás

"São Tomás é o completo reverso de um antropomórfico, apesar da sua sagacidade como antropólogo. Teólogos houve que chegaram mesmo a protestar que há nele muito de agnóstico, até de mais, e que na natureza de Deus que nos deixou, há muito de abstracção intelectual, também aqui de mais. Mas não precisamos sequer de São Tomás - aliás, não precisamos de mais nada além do nosso senso comum - para nos dizer que se desde o começo houve alguma coisa que se possa chamar Propósito, então, ele deve residir em alguma coisa que tenha os elementos essenciais de uma Pessoa. Não pode existir por aí uma intenção a pairar sozinha no ar, da mesma maneira que não pode existir uma recordação de que ninguém se lembra ou uma chalaça que ninguém inventou. Para quem defenda tais sugestões só resta uma esperança, a de se refugiarem na irracionalidade oca e sem fundo; e mesmo então, não será possível provar que alguém tem direito a ser irrazoável, se São Tomás não tiver direito a ser razoável".- G.K.Chesterton

sábado, 30 de Janeiro de 2010

Motivações

"As motivações pelas quais os homens vivem e morrem podem ser diferentes e entre si opostas. Pode morrer-se por toda a espécie de motivos. Mas morrer por amor daquele que por mim morreu na treva de Deus é uma decisão de tipo único, que caracteriza (tal é a tese deste pequeno volume) a unicidade da verdade e da existência cristã. Tomás de Aquino afirma-o à sua maneira, na resposta que dá à questão de se o martírio será o actus maximae perfectionis: não o é, decerto, enquanto acto de morrer como tal; mas, se se atender ao motivo, ao amor caritatis, então 'o testemunho de sangue demonstra melhor a perfeição do amor do que todos os comportamentos rectos' (S.TH, II-II, 124,3c)."- Hans Urs von Balthasar, Córdula ou o momento decisivo, Assírio e Alvim, 2009.

1002 filmes para ver antes do fim do mundo (LXIX)

Na versão portuguesa, Todos Morreram Calçados. Realização de Raoul Walsh, com Olivia de Havilland e Errol Flynn. Foi em 1941, e apesar da mitificação da imagem de um vaidoso e presunçoso como Custer continua a ser um dos meus filmes de cóbois preferidos. Afinal, não é todos os dias que vemos os índios darem uma coça aos colonizadores.

1002 álbuns para ouvir antes do fim do mundo (CXVIII/CXIX)

Antes de se tornar moda, antes de se tornar uma coisa obscenamente comercial, o gothic metal até tinha algumas coisas de valor. Uma delas era precisamente esta banda holandesa, fundada em 1996, os Within Temptation. No ano seguinte lançaram este Enter, bom álbum, que lançou a menina Sharon no mundo maravilhoso da música. A partir daí houve Mother Earth, remixes, novos álbuns, mas nenhum atingiu o nível deste. Por causa da originalidade e isso.
Khold, banda norueguesa da nova vaga, actualmente em hibernação. Fundada em 2000 lançou o primeiro trabalho em 2001, mas foi no ano seguinte que a coisa começou a tomar um rumo a sério. Foi com este Phantom, editado pela Moonfog, editora à sombra da qual se acolheram estes novos projectos que relançavam o black metal, desagradando a puristas, satisfazendo adeptos de sonoridades obscuras mais inovadoras. Aguarda-se o regresso.



20 de Fevereiro

Manifestação pelo referendo e pela família. Porque o casamento é o que sempre foi, independentemente do que possam alterar a nível de dicionários. Porque pode haver uniões guei, mas casamentos não há, de certeza. Vai ser em Lisboa e vamos fazer do acontecimento algo em grande, como sucedeu em Espanha. Vamos mostrar aos lóbis que há quem resista à dissolução da sociedade e dos valores de sempre. Porque existem valores de sempre, porque existem valores absolutos. E não os conseguirão mudar, por mais voltas que dêem.

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Queres emprego? Então converte-te!

Este parece ser o lema de muitos patrões sauditas e outros do Golfo Pérsico relativamente aos imigrantes oriundos do sudoeste asiático, sobretudo das Filipinas. Há 600.000 imigrantes deste país naquela região, 200.000 dos quais na Arábia Saudita. Maioritariamente católicos, são impedidos de praticar a sua fé (naturalmente). Mas há ainda outro pormenor: muitos deles são forçados á conversão. Quer dizer, não são forçados, são convidados. Ou se convertem ao islão ou acabam despedidos. Assim colocada a questão tudo toma outro sentido. Trata-se, afinal, de uma escolha pessoal. Talvez por isso o Vaticano não se pronuncie (nem sobre os maus tratos que afligem estes trabalhadores), ao contrário do que faz em relação aos pobres norte-africanos e outros "escravizados" na Europa. Talvez por isso os defensores dos direitos humanos não falem do assunto. Mas, se quiserem conhecer melhor o caso vão até ao Asia News (www.asianews.com ).

O que é a filosofia católica?

"Ninguém compreenderá o que quer que seja da filosofia tomista, ou, aliás, da filosofia católica, se não chegar a perceber que o que nela é primário e fundamental é o louvor da Vida, o louvor do Ser, o louvor de Deus como Criador do Mundo. Tudo o resto vem muito depois disso."- G.K.Chesterton, S. Tomás d'Aquino, Civilização, 2009.

O fim da Europa?

Por vezes, encontramos textos com interesse na imprensa regional. Textos relativos a questões globais, entenda-se. Talvez pelo facto da praga do politicamente correcto estar menos disseminada naquela área da comunicação. Assim, podemos ler na edição desta semana do Reconquista que "Em 2008 globalmente na UE a taxa de natalidade não chegou a 1.38 filhos por casal; no mais baixo está a Espanha com 1.1 e no mais alto a Franca com 1.8 filhos por casal. Se o que diz a história se confirmar, estamos perante números quase impossíveis de reverter. Acontece que a população europeia não desce, por causa da imigração. Só que a nova população é de uma civilização totalmente diferente da nossa, marcada pela matriz cristã; é o islamismo que está a invadir a Europa impondo a sua cultura, que não se integra em qualquer outra. Enquanto a natalidade dos franceses é de 1.8 filhos por casal, a das famílias islâmicas é de 8.1 Não admira que no sul de França haja mais mesquitas do que Igrejas, e que dos jovens com menos de 20 anos, 30% sejam islâmicos, e em cidades como Paris já sejam 45%. Por este andar em 2027 em cada 5 franceses, 1 será islâmico. Algo semelhante se passa na Inglaterra, na Holanda onde 50% dos recém-nascidos são islâmicos, na Bélgica ou na Alemanha. (...).
Tudo isto leva Kadafi a dizer:' Alá garantirá a vitória na Europa sem espadas, sem armas, sem conquistas. Não precisamos de terroristas, nem de bombistas suicidas. Os mais de 50 milhões de muçulmanos na Europa transformá-lo-ão num continente islâmico em poucas décadas'."
Um pequeno texto esclarecedor e revelador das preocupações que afectam alguns sectores da igreja (de recordar que o Reconquista é um semanário católico), mas que talvez fosse impossível de encontrar numa publicação de difusão mais alargada. Afinal, por mais cristãos que sejam chacinados por esse mundo fora a igreja católica continua a insistir na recepção ao "outro" e na aceitação de tudo o que é diferente. Já para não falar numa submissão vergonhosa ao islão e seus ditames.

1002 álbuns para ouvir antes do fim do mundo (CXVI/CXVII)


The Crystal Palace, Forlorn. 1997 e editado pela Head Not Found. Os Forlorn formaram-se em 1992, gravaram um EP homónimo antes deste álbum que marcou um significativo avanço qualitativo no seu viking metal. Estiveram na linha da frente do subgénero e conseguiram uma articulação muito eficaz entre uns esboços de black e o viking mais puro. Gravados mais dois trabalhos, acabaram por se separar, mas este Crystal Palace é, talvez, um dos melhores lançamentos dentro deste subgénero.
Noutra perspectiva encontramos Times of Grace, dos Neurosis. Saiu em 1999 pela Music for Nations. Já antes tinham ameaçado, mas aqui cumpriram em absoluto. Não vale a pena falar deles, porque só mesmo ouvindo.

Ó pra eles, a exigir a paz!

Dá gosto ver estes jovens empenhados na construção de um mundo melhor. Na exigência de justiça e de paz. Realmente, o Padre Américo tinha razão. Ou talvez desconhecesse certas realidades do mundo.

Tumultos em Marselha

Porquê? Porque o Egipto ganhou à Argélia por quatro a zero nas meias finais da CAN. Mas os franceses são assim tão amigos dos argelinos que fiquem revoltados a esse ponto? Não. Ou melhor, sim. Aqueles franceses que não são bem franceses. Aqueles jovens que são de origem argelina e aproveitam tudo e mais alguma coisa para incendiar carros, vandalizar lojas, agredir franceses de origem, etc. A velha questão é a de sempre: se gostam tanto da Argélia por que razão não vão para lá e deixam a Europa em sossego?

quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

E o diálogo?

Vai bem, se descontarmos os cristãos que continuam a ser assassinados na Somália, Paquistão, Nigéria,, na Inguchétia e os Budistas na Tailândia. Isto nos últimos três dias. Mas a ONU está atenta.

1002 álbuns para ouvir antes do fim do mundo (CXV)

Live, Lacrimosa. Hall of Sermon, 1998. Os Lacrimosa são mais do que uma banda, são uma verdadeira instituição gótica, mais ou menos como os Londres Após a Meia Noite ou assim. Neste álbum duplo temos quase vinte temas registados ao vivo e que são uma excelente introdução a quem quiser conhecer a dupla germânica e respectivo universo arlequinesco.

Fórum Nacional

Há um novo e recomenda-se. Está listado à direita. É de ir e fazer loguine.