"A maioria dos assaltantes que realizam furtos e roubos em ourivesarias é de nacionalidade estrangeira. Esta é uma das conclusões que se extrai do estudo sobre o fenómeno do ataque ao ouro, realizado por uma Equipa Mista de Prevenção Criminal (EMPC) do Sistema de Segurança Interna. "No que concerne às nacionalidades identificadas, verifica-se uma preponderância global de cidadãos portugueses (45,3%) na prática de furtos e roubos", lê-se no relatório. A restante percentagem refere-se a imigrantes.No mesmo documento a que o CM teve acesso, cuja informação compilada se refere ao período compreendido entre Janeiro de 2009 e Junho de 2011, descreve-se o ladrão-tipo: a maioria dos ataques ao ouro será perpetrada por homens e de idade jovem – entre os 18 e os 25 anos. Relativamente ao crime de roubo, ao que o CM apurou – números que não constam no referido relatório –, em 2011, só até Novembro, registaram-se 150 ataques ourivesarias e lojas de compra de ouro. Um número relevante quando comparado com os roubos verificados em todo o ano de 2010: 120, de acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna.Segundo o trabalho da EMPC, dos roubos contabilizados de 2009 a Junho de 2011, 83 por cento foram realizados com recurso a arma de fogo, 5% com arma branca e 9% com força física."
Nota: notícia saída hoje no Correio da manhã.
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