O livro do dia não é bem um livro, mas uma revista. Trata-se do quarto número da Finis Mundi, a única revista alternativa e não-conformista do panorama editorial nacional. Este número apresenta artigos de muito bom nível, nomeadamente o de Tomislav Sunic (a balcanização do sistema, Ernst Junger e os Dias do Fim), Fernanda Santos (com o seu trabalho sobre os jesuítas e a educação), Vítor Martins (com o integralismo lusitano), Alexandre Ribeiro dos Santos (e a história da arte, apesar de não ser assunto que me diga muito). Alguma estranheza apenas nas recensões, quer dizer, não se percebe muito bem o porquê de uma resenha sobre um livro saído há dezenas de anos, no caso A Ascensão de Salazar ou sobre Lifeforce, embora a filmografia de Tobe Hooper seja sempre digna de nota. Apesar disso é mais um grande número de uma revista que consegue que o leitor leia mesmo quase todos os artigos - pelo menos foi o que sucedeu comigo.Domingo, 12 de Fevereiro de 2012
livro do dia- Finis Mundi nº4
O livro do dia não é bem um livro, mas uma revista. Trata-se do quarto número da Finis Mundi, a única revista alternativa e não-conformista do panorama editorial nacional. Este número apresenta artigos de muito bom nível, nomeadamente o de Tomislav Sunic (a balcanização do sistema, Ernst Junger e os Dias do Fim), Fernanda Santos (com o seu trabalho sobre os jesuítas e a educação), Vítor Martins (com o integralismo lusitano), Alexandre Ribeiro dos Santos (e a história da arte, apesar de não ser assunto que me diga muito). Alguma estranheza apenas nas recensões, quer dizer, não se percebe muito bem o porquê de uma resenha sobre um livro saído há dezenas de anos, no caso A Ascensão de Salazar ou sobre Lifeforce, embora a filmografia de Tobe Hooper seja sempre digna de nota. Apesar disso é mais um grande número de uma revista que consegue que o leitor leia mesmo quase todos os artigos - pelo menos foi o que sucedeu comigo.
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