O metro de Lisboa recusou uma publicidade larilas. Vai daí os rabiças indignaram-se. Homofobia e tal. Manifestaram-se com beijos e mostraram a sua revolta da forma patética que os caracteriza. São assim os larilo-estalinistas. Quando alguém não compartilha os seus (contra)-valores é logo acusado disto e daquilo. Temos de aceitar a sua especificidade. Melhor: temos de a receber de braços abertos. Neste mundo politicamente correcto há que ser moderno, e moderno implica aceitar todo o tipo de aberrações sob pena de reaccionarismo, terrível doença dos nossos dias.
Os larilas são assim.
ResponderEliminarVêm larilas racalcados em todo o lado.
E armários de onde eles saem aos magotes.
Uns anormais de uns doentes...
É isso e escritores. Estão sempre ansiosos por "descobrir" escritores, pintores, etc que professem a fé da rabetagem. Não gostam de se sentir sozinhos, coitados.
ResponderEliminarO problema é que com essa dos escritores e afins ganham tempo de antena.
ResponderEliminarE nós temos temos que os aturar e gramar...
Já não há mesmo pachorra.
E como têm amigoa bem colocados ou estão eles próprios na comunicação social temos de levar constantemente com eles.
ResponderEliminar