Na Bélgica, um cidadão de cor intentou um processo contra a obra Tintim no Congo de modo a que a mesma fosse proibida por alegado racismo. Hoje o tribunal negou razão ao sr. Mangongo ou lá como ele se chama. Longe de se dar por convencido, o sr. Mangongo diz que vai recorrer. Quer a obra proibida ou com um prefácio que alerte para os malefícios da obra, como sucede com os maços de tabaco. Na Inglaterra parece que o livro já só é vendido nas secções para adultos das livrarias. Na Bélgica, por enquanto, parece que a estupidez ainda não chegou aí e permanece o bem senso. Veremos por quanto tempo, veremos se este milagre de sensatez não será apagado brevemente por decisão superior que considere a obra como realmente nefasta e, como tal, passível de banimento em definitivo.
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