Decorre presentemente, no Gabão e na Guiné-Equatorial, a edição deste ano da CAN. Olhamos para os jogos desta competição e vemos que as selecções só têm árabes (se são dos países a norte do Sara) ou pretos (no caso de serem a sul). A ninguém ocorre chamar a isto racismo, precisamente porque não é. As coisas devem ser assim e mais nada, cada país preservando a sua identidade. Infelizmente, olhamos para a Europa e o caso é precisamente o oposto. Rara é a selacção de futebol que não tem uma série de pretos ou não-europeus a jogar. Salvam-se as do leste, e não todas, e não sabemos por quanto tempo. De resto, também aí já chegou a moda. A Polónia já jogou com Olisadebe, nigeriano naturalizado, a Croácia tem o brasileiro Eduardo, o Azerbaijão tem pelo menos dois brasileiros e a tendência é para o fenómeno prosseguir. das selecções do centro e sul da Europa nem vale a pena falar. Turcos e africanos nas primeiras, árabes e africanos nas segundas (e caribenhos e etc). Se não for assim, já se sabe, é racismo. Uma selecção europeia que jogue com onze brancos anda hoje muito próxima de representar um país fascista ou fortemente duvidosos, como a Sérvia e a Rússia, dois dos poucos países que resistem ao veneno multicultural. Quantos estes resistentes cederem o processo estará completo. São assim, portanto, as coisas. Que numa competição entre países africanos só apareçam pretos é considerado (e bem) normal. Mas se no próximo Euro 2012 as selecções participantes apenas surgissem com brancos cairia o Carmo e a Trindade e teríamos a Europa a regressar ao nazi-fascismo e etc. Que caia na auto-destruição e na ditadura multiculturalista já não interessa a quem manda, apostado em destruir a identidade enquanto apoia a promoção da mesma fora deste continente abastardado.
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