Parece que no Egipto os moderados da Irmandade Muçulmana já avançam para a proibição do álcool e para a criação de praias diferenciadas para homens e mulheres - mas isto não é apartheid, claro. Argumentam que os turistas têm muito álcool nos países de origem e não precisam de o ir beber ao Egipto. Certo. De resto, não me interessa absolutamente nada o que os egípcios fazem no Egipto ( a não ser que tal traga consequências negativas para o Ocidente). Se a Irmandade Muçulmana ganhou as eleições óptimo, até porque a democracia nunca falha. Eles que tratem do país deles, que rebentem as pirâmides se quiserem tal como os talibãs fizeram no Afeganistão com os budas. Mas não deixa de ser relevante que enquanto os patetinhas europeus se reunem no Catar para louvar a "aliança de civilizações" o norte de África esteja todo a ficar nas mãos dos que acham que não há nada para unir, até porque civilização só existe uma e não é certamente a da corrupta e pervertida Europa.
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